quinta-feira, 3 de março de 2011

Em tempo de crise (e não só), agarremo-nos às promessas de Deus!

«Disse-vos isto para que encontrem a paz em mim. Têm muito que sofrer no mundo, mas tenham coragem! Eu venci o mundo!» João 16:33

«Deus é o nosso refúgio e a nossa força; é a nossa ajuda nos momentos de angústia. Por isso, não temos medo, mesmo que a terra se ponha a tremer, mesmo que as montanhas se afundem no mar; mesmo que as águas rujam furiosas e os montes tremam com o seu embate. O SENHOR todo-poderoso está connosco! O Deus de Jacob é o nosso refúgio!» Salmo 46:2-4, 8

«Não tenhas medo, porque estou contigo; não te aflijas, porque sou o teu Deus. Eu torno-te forte, ajudo-te, protejo-te com a minha mão direita vitoriosa.» Isaías 41:10

«Pois o espírito que Deus nos deu não é de medo, mas sim de coragem, amor e bom senso.» 2 Timóteo 1:7

«Tenho sempre o SENHOR diante dos meus olhos; com ele à minha direita, jamais vacilarei.» Salmo 16:8

«Deixa os teus cuidados ao SENHOR e ele te fortalecerá, pois não deixará que o justo sucumba para sempre.» Salmo 55:23

«Só em Deus encontro paz; dele vem a minha esperança. Só ele me protege e salva. Não serei abalado, porque ele é o meu refúgio. De Deus dependem a minha salvação e honra; ele é a minha protecção e o meu refúgio.» Salmo 62:6-8

«Confiem-lhe todos os vossos problemas, porque ele se preocupa convosco.» 1 Pedro 5:7

«O SENHOR é bom, é refúgio no momento da tribulação. Protege os que nele confiam.» Naum 1:7

«As suas disposições são firmes. Tu, SENHOR, o guardas em paz, porque confia em ti. Tenham sempre confiança no SENHOR, porque o SENHOR é a rocha eterna.» Isaías 26:3-4

Projecto Ana - Oração pelas Mulheres

«O Projecto Ana é um ministério da Rádio Transmundial, e tem como missão promover a consciencialização e solidariedade para com o sofrimento das mulheres no mundo, orar pelas mulheres que são abusadas emocional, física ou espiritualmente, transmitir pelas ondas da rádio o programa "Mulheres de Esperança", encorajando-as a experimentar o amor, a paz e o poder de Deus, enquanto enfrentam os seus desafios diários e oferecer a herança de Jesus Cristo, independentemente da sua cultura, posição social ou situação  económica.»

Ainda que não possamos fazer mais nada pelas mulheres que sofrem, podemos sempre orar por elas. A oração é um privilégio de toda a mulher crente e é um instrumento maravilhoso que Deus coloca à disposição de todas nós. Este mês vamos orar mais especificamente pelas mulheres na África Ocidental.

Por favor, ore por…

1. Produtoras do programa de rádio do Projeto Ana (PA), o Mulheres de Esperança (ME), nas línguas Bambara, Inglês e Francês transmitidos na África Ocidental. Ore por sabedoria para a Coordenadora Regional do PA na África, Ruth Mbennah, que levanta recursos,lidera, treina e encoraja mulheres nesses países, além de decidir quais ministérios serão sustentados com seus recursos limitados.

2. Mulheres na África Ocidental lutando para sustentar suas famílias com poucos recursos, pouca educação e praticamente sem a ajuda de seus familiares e comunidades.

3. Louve a Deus por Karl e Gail, que oferecem sustento para o PA na Libéria. Ore por Esther (diretora) e Christine (coordenadora) que são incansáveis em seus esforços para encorajar líderes de grupo e centenas de intercessoras, através de seminários, cafés da manhã voltados para oração, dentre outros eventos para capacitar mulheres a servirem ao Senhor.

4. Pela Christine e equipe organizadora do Festival Vida para toda Libéria de 25 à 27 de Março em Monróvia, Libéria. Ore pelos oradores, dentre eles Franklin Graham, e pelos participantes de diferentes tribos e denominações de toda a Libéria que viajarão para esse evento transformador e restaurador.

5. Pela distribuição dos calendários mensais de oração e cartas da Marli na Líbéria. Sem o serviço de e-mail ou motoboy, o distribuidor contrata um táxi e depois caminha até as áreas inacessíveis aos carros.

6. Mulheres na Libéria que ainda sofrem com o trauma causado por múltiplos estupros de gangues, tortura e escravidão ocorridos durante a guerra civil. Ore pelos que ministram a elas sobre o amor de Deus e ajudam-nas com tratamentos físicos e emocionais.

7. Líderes que tratem da falta de parteiras na Libéria. Essa falta contribui para o aumento de complicações gestacionais, fístulas e mortes.

8. Mulheres e meninas que continuam vulneráveis a infecção do vírus HIV, violência contra a mulher, pobreza e acesso limitado à educação e assistência médica seguidos por anos de guerra civil na Libéria. “Mulheres e meninas representam 58% da população aidética nesse país”. (UNAIDS).

9. Louve ao Senhor pelo programa ME em Inglês transmitido em Benin que também alcança ouvintes em Gana e Nigéria. Uma ouvinte do Hospital Nacional de Ortopedia da Nigéria escreveu: “Estou muito feliz que um programa como o Mulheres de Esperança, seja transmitido através de sua rádio. Devo confessar que esses programas mudam vidas e têm me encorajado, motivado e me ajudado a crescer espiritualmente. Lembro de alguns temas, como, por exemplo, escolha do companheiro, aprendendo a lidar com o câncer e muitos outros. Muito obrigada por esses temas”.

10. Louve ao Senhor por Kim Kargbo, fundadora do Mulheres de Esperança Internacional, que tem interesse em criar uma parceria com o ministério do PA em Serra Leoa, encorajando mulheres a orar e explorar possibilidades para produção do ME em Inglês e Krio no futuro. “Cerca de ⅔ da população adulta de Serra Leoa são analfabetos (Human Development Index). O rádio é um meio confiável e popular nesse país. Mais de 80% da população tem acesso ao rádio e a maioria diz ouvi-lo diariamente”.


11. Louve ao Senhor por Alice e Jenny (mãe e tia do presidente de Serra Leoa - Earnest Bai Koroma) que abriram uma Casa de Oração para mulheres sofridas no mundo todo. Ore pelos grupos de oração em Makeni e Freetown.

12. Ore por recursos para que o ME seja produzido nas línguas das mulheres do Burundi (Kirundi), de Gana (Twi), da Nigéria (Hausa) e de Serra Leoa (Krio). Uma ouvinte escreveu: “Se puderem, passem esse programa na língua Hausa para as ouvintes dessa língua na Nigéria, pois o programa é muito valioso para o lar cristão”.

13. Paz e segurança para o povo na Costa do Marfim. Ore pelas produtoras francesas do PA, Macy, Olga e Germaine que encorajam os grupos de oração que não têm conseguido se reunir devido ao tumulto em seu país.

14. Fortalecimento da fé e sabedoria para que as famílias educando seus filhos no temor do Senhor possam evitar prostituição, depravação e corrupção provocadas pelas crises econômicas na Costa do Marfim.

15. Para que haja suprimento de vacinas, antibióticos, suplementos nutricionais, mosquiteiros para camas, ensino de práticas de aleitamento materno e de procedimentos higiênicos para tratar e prevenir doenças que levam crianças e mulheres à morte na Costa do Marfim. Estima-se que cerca de 87.000 crianças com menos de 5 anos de idade morrem anualmente de doenças que poderiam ser evitadas.

16. Para que mulheres iletradas da África Ocidental, que têm acesso restrito à água limpa, tenham oportunidade de ouvir os programas ME e aprendam a ter uma vida saudável. Ore para que ao se depararem com desafios que põem a vida em risco, elas não se tornem vítimas de aproveitadores.

17. Pelas ouvintes do programa ME em Francês que é transmitido na Burkina Faso, Mali, Níger e Togo. Ore também pela necessidade de uma licença de transmissão em ondas curtas, por um engenheiro de transmissão e por um responsável pela manutenção, a fim de que outros grupos não alcançados possam ouvir o programa em suas línguas.

18. Sabedoria de Deus para os missionários da RTM Paul e Donna Cox e Garth e Fiona Kennedy em Benin. Eles possibilitam a transmissão de programas de rádio em toda África Ocidental. Ore para que a proteção do Senhor esteja sobre eles e suas famílias que têm assistência médica restrita num país onde malária, tifóide, febre amarela e meningite são constantes preocupações. Escuridão espiritual, feitiços, escravidão infantil e rituais com sacrifício de crianças são realidades em seus bairros.

19. Para que Monica, coordenadora do PA em Gana, tenha sabedoria ao encorajar as mulheres a se juntarem à rede de oração do PA. Ore pelos grupos de oração e por recursos para tradução dos calendários de oração em Twi, por viagens de apoio a grupos de oração e pela transmissão dos programas Mulheres de Esperança. Ore para que pastores apóiem às mulheres a se juntarem ao movimento de oração do PA.

20. Segurança dos viajantes em Gana, uma vez que há muitos assassinatos nas estradas. Ore também para que a descoberta recente de petróleo nesse país seja usada em benefício do povo e das comunidades.

21. Louve ao Senhor que em Gana, os maridos que haviam abandonado suas famílias, voltaram pra casa e assumiram suas responsabilidades familiares. Ore pelas centenas de mulheres em toda África que estão orando para que seus maridos se convertam a Cristo.

22. Pela proteção de mulheres e meninas em Burkina Faso, onde o índice de mutilação genital e casamentos infantis é alto. O governo tem se posicionado contra mutilação genital.

23. Para que mulheres recebam melhor atendimento médico em Burkina Faso. Lá é comum que mulheres tenham em média 6 filhos e nenhum acesso a assistência médica, o que lhes asseguraria partos sem complicações. O índice de mortes de mães é um dos maiores na África. “Agradeça a Deus que a implementação de novas atividades governamentais, tais como Dias Nacionais de Imunização, construção de latrinas, sistemas de saneamento e a criação do Ministério de Mulheres estão produzindo resultados importantes”.

24. Mulheres no Senegal que continuam a lutar com sérios problemas de pobreza. “Mais de 20% da população vive com menos de 2 reais por dia.”

25. Por recursos humanos e financeiros para que mulheres em Camarões, República Central da África, Congo, Gabon, Guiné, Madagascar, Mauritânia, Ruanda e Senegal possam ouvir sobre o amor de Deus através do programa ME em Francês.

26. Por Evelyn (Coordenadora do PA em Mali), Jean (Produtora do ME em Bambara) e Marthe (tradutora) que juntas encorajam as mulheres em Mali a ouvirem o programa e a se juntarem aos grupos de oração. Mali é um país de pobreza extrema, “menos da metade da população feminina dá a luz sob cuidados médicos, e a mutilação genital afeta aproximadamente 92% das mulheres no país”.

27. Pelas mulheres vítimas de estupro na Mauritânia, onde não há leis contra tal prática. Mulheres que denunciam o estupro são banidas e envergonham suas famílias.

28. Para que mulheres no Burundi tenham oportunidade de ouvir os programas ME em Suahili e em Francês. Ore também pela produção do ME em Kirundi num futuro próximo. As mulheres do Burundi sofrem abuso físico. Um exemplo disso, é que uma mulher teve suas duas mãos amputadas por ter tido meninas e nenhum menino. Além disso, a poligamia é comum nesse país.

29. Pelos preparativos para o encontro das coordenadoras nacionais do PA na África que será em Johannesburgo em Julho. Ore pelas necessidades financeiras, planos de viagem, acomodações e outras logísticas para esse importante evento.

30. Louve ao Senhor pelas muitas vidas na África sendo transformadas fisicamente, espiritualmente e emocionalmente e pelas mudanças nas famílias, igrejas e comunidades através do toque de Deus nas vidas das mulheres.

31. Pelas mulheres isoladas pelas crenças culturais e religiosas que são hostis ao evangelho. Muitas só conseguem ouvir sobre o amor de Deus por elas e sobre o dom da salvação através de programas de rádio.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Vestida para estar em casa

Sempre me lembro de ter a roupa de «trazer por casa» e a roupa «de sair». E penso que muitos de nós temos este hábito. Não sei se é a maioria mas quase todas as pessoas que conheço têm este hábito. O hábito em si não tem nada de mal, muito pelo contrário. A ideia é estarmos confortáveis em casa e não sujarmos nem estragarmos a roupa que usamos para sair, para que ela dure mais tempo. E todos aqueles que trabalham fora de casa sabem como é boa a sensação de chegar a casa, depois de um dia inteiro fora a trabalhar, e vestir aquela roupa velhinha e confortável ou até mesmo o pijama. E calçar umas pantufas.

Quando passei a trabalhar em casa, uma das primeiras coisas que pensei foi como iria ser bom não ter de me arranjar todos os dias e poder passar o dia com a tal roupa de «trazer por casa». E de facto, comecei a passar longas horas do meu dia, e por vezes o dia inteiro, de fato de treino, de pijama ou com uma roupa já muito usada. A princípio a sensação era boa mas com o passar do tempo começou a ter efeitos no meu estado de ânimo. Comecei a desleixar-me cada vez mais e a famosa auto-estima diminuiu consideravelmente. Muitas vezes evitava sair (quando sabia que a saída ia ser relativamente curta) para não ter o trabalho de mudar de roupa ou, quando tinha mesmo de sair, acabava por enfiar as primeiras calças de ganga e a primeira t-shirt que me aparecessem à frente, achando que não valia a pena muito mais pois não ia a nenhum lugar especial e em pouco tempo estaria de volta a casa, à roupa do costume.

Este assunto pode parecer pouco espiritual e é evidente que sabemos que a beleza interior é muito mais importante do que a beleza exterior mas nem eu quero ser demasiado espiritual (abordo todos os assuntos que me interessam, sejam eles mais sérios ou não) e nem vou negar que a roupa que vestimos tem o seu grau de importãncia. E todos nós sabemos isso. Mesmo aqueles que não ligam muito à moda nem passam horas às compras ou a escolher o que vão vestir, têm algum tipo de critério ao escolher a sua roupa. Ou, ainda que vistam a primeira coisa que lhes aparece à frente, passam sempre algum tipo de imagem aos outros. A roupa que vestimos revela muito daquilo que somos, é um facto. E a roupa que vestimos também influencia a forma como nos sentimos. Não, não se resume tudo à roupa, mas ela tem o seu papel nas nossas vidas.

E eu percebi que é importante para mim ter cuidado com aquilo que visto, mesmo estando em casa. Mesmo que eu não tenha de sair de casa, é importante eu estar bonita para a minha família (eles são quem mais merece) e é importante eu sentir-me bonita e feminina. E esta atitude tem feito muita diferença no meu dia-a-dia. Quando por vezes tenho a tentação de não me arranjar (hoje em dia já sucede muito pouco, a não ser que esteja doente), o dia já não me rende tanto e a minha disposição já não é a mesma.

Assim sendo, começo o meu dia com um duche e depois visto uma roupa bonita, feminina e confortável, penteio-me e ponho perfume e brincos. Não uso muitos enfeites mas quando saio à rua, posso pôr um colar ou umas pulseiras. Maquilhagem também não uso, não porque não goste, mas porque me faz alergia. Mas gosto de pôr um pouco de gloss. Ah, e não esquecer o calçado. Tenho sapatos para andar por casa mas não gosto de ficar de pantufas o dia todo. E estou pronta para começar o meu dia. Faz toda a diferença. É verdade que a roupa se gasta um pouco mais mas para a proteger, uso os aventais de que tanto gosto. E é perfeitamente possível fazermos as nossas tarefas domésticas com uma roupa bonita, com a qual podemos também sair à rua ou receber alguém que apareça de surpresa em nossa casa. Não ando todos os dias a esfregar o chão ou a esfregar paredes com lixívia mas, quando tenho de fazer esse tipo de tarefas, posso sempre trocar de roupa. Mas com uma roupa bonita e um avental posso cozinhar, lavar a loiça, passar a ferro, fazer camas, limpar o pó ou até aspirar.

Quase todas nós, mulheres, gostamos de nos sentir bonitas e femininas e não há razão alguma para não o fazermos quando estamos em casa. É o nosso local de trabalho, onde passamos a maior parte do nosso dia, e onde estão as pessoas que mais amamos.

Imagens retiradas do catálogo online da Venca


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Homemaking

Lá estou eu outra vez com os termos ingleses. Mas não arranjo equivalentes em português que me agradem. Para «homemaking», não encontro nenhum, e quanto a «homemaker», não me parece que doméstica ou dona de casa exprimam o mesmo significado, ainda que eu não tenha qualquer problema em dizer que sou dona de casa. Há quem não goste. Há quem prefira que eu me apresente com a profissão para a qual estudei e que exerci durante alguns anos. Mas se actualmente não faço dessa actividade profissão, porque razão me hei-de apresentar como tal? Sou dona de casa, doméstica, «homemaker», mãe a tempo inteiro, o que lhe quiserem chamar. E gosto muito daquilo que faço.

Já tive pretensões a mulher moderna, independente e de carreira, não por gosto mas por influência da sociedade em que fui criada. Pela graça de Deus percebi que esse não era o caminho que eu queria para a minha vida. E o sonho que estava meio adormecido no meu coração foi a pouco e pouco tornando-se realidade. Não no tempo que eu queria. Não com os contornos que eu imaginei. Mas no tempo de Deus e segundo a Sua boa, perfeita e agradável vontade (Romanos 12:2).

Não tem sido um caminho fácil, não tanto pelas circunstâncias do próprio caminho, mas sobretudo pela incompreensão de muitas pessoas à minha volta. Este caminho, como qualquer outro, tem dificuldades, tem desafios, tem dias difíceis. Mas tem também muitas alegrias e fazer a vontade de Deus enche o meu coração de felicidade e dá-me forças para suportar as adversidades.

Eu creio que a vida de uma mulher deve estar centrada no lar. Claro que todos temos o direito a fazer as nossas escolhas e esta nem sequer é uma opinião consensual entre as mulheres cristãs. A maioria das que conheço, embora não rejeitando totalmente o papel que Deus atribuiu à mulher, acredita que a mulher deve também contribuir para o sustento do lar e procurar satisfação profissional. Não tenho sabedoria suficiente para contestar tais opiniões, nem é meu desejo entrar em discussões deste género, mas não é nisto que eu creio. Eu creio que o homem é o provedor do lar e a mulher é a sua ajudadora.

Para aquelas mulheres que também escolheram este caminho, o meu conselho é que não se preocupem em alimentar este tipo de discussão, nem em apresentar justificações a quem as critica ou a quem questiona o porquê de estarem em casa. Só temos necessidade de nos justificarmos perante Deus e perante os nossos maridos. O mais importante é fazer o trabalho que Deus nos confiou, cuidando com amor das nossas famílias e do nosso lar.

Também é verdade que há muitas mulheres que estão em casa por razões diversas mas que não se sentem felizes porque não têm o seu coração centrado no lar. E há tantas outras que fazem da sua família e da sua casa a sua prioridade mas que, por razões diversas, têm de exercer um trabalho fora de casa. A essas eu aconselho que continuem a buscar a direcção de Deus e não desistam do seu sonho. Deus conhece os nossos corações e a Ele nada é impossível.

Também eu, neste blogue, não pretendo justificar-me. Há já algum tempo que percebi que esse não é o caminho e que não é nisso que eu devo gastar as minhas energias. Aquilo que Deus colocou no meu coração é encorajar outras mulheres que têm este sonho no seu coração mas que ainda não sabem que podem vivê-lo.

Telhas de amêndoa

Gosto muito das telhas de amêndoa mas nem nunca tinha pensado em procurar a receita. Na sexta-feira, ao ler uma revista, encontrei a receita e pus logo mãos à obra. Não ficaram iguais às que já me habituei a comer mas estavam muito saborosas. Todos cá em casa gostaram muito e elas desapareceram num instante. A receita sugeria colocar as telhas sobre o rolo da massa para fazer o formato de telha mas confesso que não me pareceu nada prático. Só cabiam quatro de cada vez e a maior parte delas acabou por ficar espalmadinha, sem forma de telha. Alguém tem outras sugestões?

Mas aqui fica a receita para quem quiser experimentar:
- 25g de farinha
- 45g de manteiga
- 100g de amêndoa laminada
- 100g de açúcar em pó
- 1 ovo inteiro mais uma clara

Derrete-se a manteiga e deixa-se arrefecer. Depois, colocam-se numa vasilha as amêndoas, o açúcar e a farinha peneirada. À parte bate-se ligeiramente o ovo juntamente com a outra clara. Juntam-se os ovos à mistura das amêndoas e mistura-se suavemente. A seguir junta-se a manteiga e vai ao frigorífico durante meia hora.
Depois, num tabuleiro untado, fazem-se montículos de massa com cerca de 8cm de espaço entre cada um. Espalma-se cada um deles com um garfo passado em água fria. Vão ao forno a 220ºC durante cerca de 5 minutos. Depois retiram-se com uma espátula e colocam-se sobre o rolo da massa para lhes dar forma.


E aqui está o resultado final:

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Grande é a Sua fidelidade

Quantas vezes não pensamos que tudo seria diferente se as circunstâncias da nossa vida fossem diferentes, se pudéssemos voltar atrás no tempo e saber o que sabemos hoje, se as pessoas que estão à nossa volta fossem diferentes, se, se, se.... Penso que todos nós pensamos isto de quando em quando. O que não podemos é crer nisso pois essa é uma das grandes mentiras do inimigo, para nos abater, para nos desanimar, para nos deixar sem forças, para nos fazer pensar que somos vítimas e que nada pode ser diferente. Na nossa vida, haverá sempre circunstâncias difíceis, circunstâncias que não podemos controlar, pessoas que gostaríamos que fossem diferentes, erros que cometemos e que já não podemos apagar.
Quando nos concentramos demasiado nas circunstãncias difíceis, nas nossas fraquezas e falhas e nas fraquezas e falhas dos outros, perdemos o foco naquilo que realmente é importante: Deus. Nós falhamos mas Ele não falha; nós sofremos mas há um propósito que só Ele conhece, esse sofrimento não vai durar eternamente «e os nossos sofrimentos de agora não têm comparação com a glória que havemos de ter» (Romanos 8:18); nós erramos mas Ele não deixa de nos amar. Como é bom e reconfortante ter esta certeza. E assim caminhamos, sabendo que Ele está lá, levantando-nos de cada vez que caímos, nunca desistindo de nós.

«A compaixão do SENHOR por nós não se esgotou ainda, o seu amor não chegou ao fim.
A sua bondade é renovada a cada manhã e grande é a sua fidelidade.» Lamentações 3:22-23)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Os filhos são uma herança do SENHOR...

...eles são a sua recompensa. Salmo 127:3

A família Duggar é uma numerosa família americana que crê nesta palavra de Deus. Quem quiser saber mais sobre eles, pode espreitar o seu site.